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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Quais judocas tem chances de disputar a Olimpíada 2016

O Brasil deve ter representantes em todas as categorias do judô na Olimpíada, ou seja, 14 atletas (7 homens e 7 mulheres). A expectativa é que a modalidade  contribua com pelo menos 5 medalhas para o quadro brasileiro. Atuando em casa eu acho bem possível. Pelos resultados dos últimos 2 anos, o judô feminino está mais forte que o masculino.

Em 2015 teremos mais um campeonato mundial, no Casaquistão em agosto. O atleta que conquistar medalha nesse evento fará muitos pontos no ranking mundial e praticamente carimbará sua vaga na Olimpíada. Outros eventos importantes neste ano são o Grand Slam de Tókio, o Grand Slam de Paris (adiado do fevereiro para outubro) e os Jogos Pan-Americanos de Toronto.
Confira em cada categoria como está a situação do judô brasileiro. Lembrando que cada país só pode ter 1 representante por peso. O feminino tem 5 judocas que só perderão a vaga por contusão.

Masculino
60kg-  Felipe Kitadai ou Eric Takabatake- A briga pela vaga olímpica promete ser emocionante.  Felipe foi medalhista olímpico em 2012 mas foi mal nos últimos mundiais. Eric despontou em  2014 com alguns pódios em Grand Prix e também disputou o mundial2014.
66kg- Charles Chibana é o favorito. Quase conquistou medalha nos 2 últimos mundiais. Outros judocas como Luis Revite, Ricardo Santos e Gabriel Pinheiro estão bem atrás. 
73kg- Alex Pombo ou Marcelo Contini. Ambos tem ranking e resultados parecidos. Ainda não tiveram uma grande conquista em suas carreiras.
81kg- Victor Penalber ou Leandro Guilheiro- Victor é o número 3 do ranking. Guilheiro tem duas medalhas olímpicas e era favorito a 3º em 2012. Não conquistou, fez uma cirurgia e só retornou aos tatames no final do ano passado. Vai precisar de um 2015 extraordinário para tirar a vaga de Penalber.
90kg- Tiago Camilo ou Eduardo Bettoni- Tiago já escreveu seu nome como um dos maiores judocas brasileiros. Tem duas medalhas olímpicas e um título mundial. Nos últimos eventos seu desempenho não foi o mesmo. O jovem Bettoni conquistou a vitória que garantiu o bronze para o Brasil no mundial por equipes.
100kg- Luciano Correa ou Rafael Buzacarini- Luciano é experiente, tem um título mundial no currículo, mas  não teve resultados animadores nos últimos anos. Mesma situação da categoria dos 90kg: o jovem Buzacarini pode roubar a vaga.  
+ 100kg- Rafael Silva ou David Moura- David até teve bons resultados nos últimos anos. É o numero 7 do ranking. Mas Rafael é o principal nome do judô brasileiro. Foi medalhista em Londres 2012 e ocupa o 2º lugar no ranking.

Feminino
48kg- Sarah Menezes, Nathália Brigida ou Gabriela Chibana-  Nathália e Gabriela são jovens e devem ser o futuro da categoria. Mas só tiram a vaga da nossa campeã olímpica Sarah Menezes, em caso de contusão.
52kg- Érika Miranda- é a número 3 do ranking. É presença constante em pódios. Só uma contusão a tiraria da Olimpíada. Os outros nomes da categoria são Rafaela Barbosa e Eleudis Valentin.
57kg- Rafaela Silva- outra categoria com nome praticamente definido. Rafaela foi campeã mundial em 2013. Ketleyn Quadros foi a primeira judoca a conquistar medalha para o Brasil em 2008 mas nunca mais repetiu o mesmo desempenho
63kg- A categoria mais fraca do Brasil dentre as 14 da Olimpíada. A melhor é Mariana Silva, número 21 do ranking. Este ano, Danielle Karla e Veronice Chagas conquistaram vagas na seleção e tentarão melhorar no ranking.
70kg- Bárbara Timo ou Maria Portela- categoria mais equilibrada do feminino. Ambas tem ranking parecido. Portela tem um currículo melhor e é mais experiente.
78kg- Mayra Aguiar- é a atual campeã mundial e bronze na Olimpíada de 2012. É o principal nome do judô brasileiro hoje. Samanta Soares e Renata Januário são as outras integrantes da seleção em 2015.
+ 78kg- Maria Suelen- duas medalhas de prata em mundiais. Também só fica fora por contusão. Rochele Nunes é número 19 do ranking e seria a 2º opção.  


Fonte (texto e foto): Marcelo Romano pelo Yahoo! Esportes



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Até a próxima!


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Judô inicia o ano com 25 federações e estrutura modernizada

Placares eletrônicos, sistema de videomonitoramento, dojô e laptops são alguns dos equipamentos que as entidades receberam no último ano

O judô brasileiro inicia o ano de 2015 com uma estrutura modernizada em 25 federações estaduais da modalidade. Placares eletrônicos, sistema de videomonitoramento, dojô e laptops são alguns dos equipamentos que as entidades receberam no último ano para beneficiar principalmente os atletas que estão em fase de formação.
Mais de 4,5 mil placas de tatames e 25 conjuntos oficiais, entre eles placares eletrônicos, sistema de videomonitoramento, televisores, laptops e caixas de som foram garantidos na segunda fase de aquisição de equipamentos esportivos adquiridos por meio de convênio, no valor de R$ 3,8 milhões, firmado entre a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) e o Ministério do Esporte.
No Brasil, o judô está organizado em todos os estados e no Distrito Federal. Para que os eventos da modalidade atinjam um patamar de desenvolvimento internacional, a modernização das federações é o passo importante para atender com qualidade aos atletas.
Segundo o gestor técnico nacional e de eventos da CBJ, Robnelson Ferreira, os equipamentos possibilitaram igualdade de estrutura para os judocas brasileiros. “Nós temos o judô em todas as federações e apenas ficaram de fora os estados do Acre e São Paulo, por questões burocráticas. Com os novos equipamentos, o judô nacional deu um grande salto e hoje não temos nada a dever a nenhum País nesse quesito e na realização de eventos. O resultado que esperamos de todo o investimento são medalhas e que o judô permaneça na posição de potência esportiva brasileira”, disse. 
Para promover eventos da modalidade é necessário muito mais do que quimonos e um dojô. Atualmente, o calendário do judô nacional conta com a realização dos campeonatos brasileiros divididos nas cinco regiões, de Norte a Sul, dos campeonatos que vão das categorias sub-17 a sub-23, sênior e do Grande Prêmio Nacional Interclubes. 
As federações dos estados de Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Santa Catarina, Ceará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Goiás, Rio de Janeiro, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Sergipe e Distrito Federal receberam equipamentos.
Primeira etapa
A primeira etapa de aquisição de equipamentos e material para aprimoramento do judô já havia sido paga por meio de convênio aprovado no final de 2010 pelo Ministério do Esporte, que repassou mais de R$ 2,6 milhões à CBJ.
Na ocasião, foram adquiridas 3.888 placas de tatame, 144 placas e 54 conjuntos oficiais com placares eletrônicos e sistema de videomonitoramento semelhante ao utilizado pela federação internacional, com dois televisores, dois laptops e caixa de som, entre outros aparelhos. Cada estado recebeu 144 placas e dois conjuntos eletrônicos.
Fonte: Ministério do Esporte


quinta-feira, 24 de julho de 2014

Rafaela Silva reassume liderança do ranking mundial

Atual campeã mundial chega a importante posição faltando apenas três competições para o Mundial 2014. Charles Chibana (66kg) e Rafael Silva (+100kg) também estão em primeiro. 





A Federação Internacional de Judô divulgou uma nova atualização do ranking mundial nesta terça-feira, 22 de julho, descontando 50% da pontuação conquistada no Grand Slam de Moscou de 2013 e o Brasil teve uma boa notícia. A campeã mundial Rafaela Silva reassumiu a liderança da categoria leve, ultrapassando a alemã Miryam Roper por 24 pontos. Ela se junta a Charles Chibana (66kg) e Rafael Silva (+100kg) que se mantiveram na primeira posição de suas categorias.



“Estou muito feliz com a novidade porque não imaginava assumir essa posição agora. O lado bom é chegar nas competições como cabeça de chave número um e não pegar uma luta tão difícil na estreia”, disse Rafaela Silva.


O calendário mundial terá mais três competições válidas para o ranking: o Aberto Pan-americano de Santiago nos dias 26 e 27 de julho, o Aberto Asiático de Taipei nos dias 27 e 28 de julho e o Aberto Pan-americano de Miami nos dias 1º e 2 de agosto. Como é a competição que menos vale pontos para o ranking, os principais nomes não devem disputar e Rafaela deve se manter na liderança até o Mundial Chelyabinsk. A atualização considerada para definir os cabeças-de-chave do Mundial será justamente a que será feita depois da competição nos Estados Unidos.


“O lado ruim da liderança é que vou ser mais visada, mais estudada para o Mundial. Mas eu também estou fazendo a minha parte, estou de olho nelas. Assisto várias lutas diariamente para me preparar para o Mundial”, disse Rafaela.


A restante da classificação mudou muito pouco na comparação com o ranking divulgado na semana passada. No masculino, Felipe Kitadai é o quinto e Eric Takabatake o 16º entre os ligeiros. Alex Pombo (73kg) subiu uma posição, para o quinto lugar, enquanto Marcelo Contini, que subiu duas posições, é o 17º. Victor Penalber (81kg) se manteve em terceiro. Tiago Camilo permaneceu sendo o melhor brasileiro no médio mas galgou duas posições e, na oitava posição, entrou na lista do possíveis cabeças-de-chave do Mundial. No meio pesado, Luciano Correa caiu uma posição e está em 10º e Rafael Buzacarini subiu um degrau para o 16º lugar. Além de Rafael Silva, o Brasil tem mais dois atletas entre os 20 primeiros: David Moura é o sétimo e Walter Santos é o 18º.


No feminino, Mariana Silva ganhou uma posição e voltou ao top 20 no meio médio. A brasileira melhor colocada na categoria continua sendo Mariana Barros, convocada para o Mundial 2014, na 12ª colocação. Todas as outras brasileiras bem colocadas permaneceram nas mesmas posições da última atualização. Sarah Menezes (48kg), Érika Miranda (52kg) e Maria Suelen Altheman (+78kg) estão em segundo. Mayra Aguiar (78kg) continua em terceiro e Ketleyn Quadros (57kg) em sexto. Rochele Nunes (+78kg) é a 18ª e Bárbara Timo (70kg) é a 21ª.


Fonte: CBJ


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Até a próxima!