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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Nosso apoio à peça teatral "Um de Nós"


Estamos apoiando o projeto Um De Nós, uma peça livremente inspirada na história de um judoca iraniano. 

Os kimonos em cena serão Torah. Uma ótima escolha. 




Sinopse:

Aos 8 anos, o menino iraniano apanhava do pai por ser agitado e prometeu para si mesmo se tornar um grande lutador. Assim ele cresceu e se tornou um dos melhores judocas do Irã.
Treinou como nunca e foi selecionado para participar dos Jogos de Moscou. Mas na primeira oportunidade que teve, não pode ir, pois foi convocado pelo seu país para integrar o exército e lutar na guerra. Em um dos treinamentos, se feriu ao levar um tiro.
Quatro anos depois estava mais preparado do que antes, mas foi a vez do boicote do Irã aos Jogos de Los Angeles. 

Desesperado, fugiu do país duas vezes (Venezuela e Espanha) na expectativa de manter-se como atleta. Teve sucesso nos EUA e se classificou pela terceira vez.
Mudou-se para a Guatemala, onde criou um centro de treinamento para crianças carentes e buscou ajuda espiritual, o que reacendeu seu sonho de competir por uma medalha olímpica.
Retomou o treinamento e por ter uma idade bem avançada e estar muito fora de forma, chegou a perder 9 quilos em 12 dias, ficando desidratado e com problemas de pressão, o que levou a junta médica a desaconselhar sua participação e desistir do sonho olímpico pela última vez.


Ficha Técnica:

Realização: Pedro Monteiro

Direção: Joana Lebreiro

Escrita por: 
Joana Lebreiro
Marcus Galiña
Pedro Monteiro

Atores:
Gabriela Estevão
Jorge Neves
Lucas Oradovschi
Pedro Monteiro
Zé Wendell


Temporada:
De 08 de Janeiro a 10 de Fevereiro de 2015 no Teatro Municipal Maria Clara Machado
Estreia: 08/01/15 às 21h
De Sexta a Segunda: Às 21h
Terças: Às 19h e às 21h
Endereço: Rua Padre Leonel Franca, 240 Gávea - dentro da Fundação Planetário.


Você poderá obter um desconto de 50% nos ingressos adquiridos na bilheteria do teatro, utilizando o nosso cupom de parceiro do projeto.  Pegue o cupom no link: http://bit.ly/DescontoUmDeNós


Ou se preferir comprar pelo site Compre Ingressos: 



Fonte: Projeto SP2 BRAZIL


Esse evento será incrível!! Aproveite!






segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

A história do Jiu-Jitsu (Parte 3)

Continuando...

Você encontrará a Parte 1 aqui e a Parte 2 aqui. Boa leitura!!!


Os pesquisadores Luiz Otávio Laydner e Fabio Quio Takao encontraram, na Gazeta de Notícias, de 11 de março de 1915, as regras do evento marcado para o teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, então capital do país. Koma anunciava as primeiras regras do nosso Jiu-Jitsu, um regulamento com dez leis simples:

1. Todo lutador deverá se apresentar decentemente, com as unhas das mãos e dos pés perfeitamente cortadas;

2. Deverá usar traje kimono, que o Conde Koma lhe facilitará;

3. Não é permitido morder, arranhar, pegar com a cabeça ou com o punho;

4. Quando se fizer uso do pé nunca se fará com a ponta e sim com a curva;
5. Não se considera vencido o que tenha as espáduas [costas] em terra ainda que tenha caído primeiro;

6. O que se considera vencido o demonstrará dando três palmadas sobre o acolchoado ou sobre o corpo do adversário;

7. O juiz considerará vencido o que por efeito da luta não se recorde que deve dar três palmadas;

8. As lutas se dividirão em rounds ou encontros de cinco minutos por dois de descanso. Tendo o juiz de campo que contar os minutos em voz alta para maior compreensão do público;

9. Se os lutadores caírem fora do tapete, sem que nenhum deles tenha avisado, o Sr. Juiz deve obrigá-los a colocar-se de novo no centro do acolchoado, em pé, frente a frente;

10. Substituirão em suas obrigações ao sr. Juiz os srs. Jurados. Nem a empresa nem o lutador que vencer é responsável pelo maior mal que possa sobrevir ao vencido, se por tenacidade não quiser dar o sinal convencionado para terminar a luta e declarar-se vencido.



* Ficam convidados os doutores em medicina, os representantes da imprensa local e os professores de física e esgrima que se encontrarem no recinto a tomar parte no júri.


Fonte: Graciemag

Continuamos a contar essa história na próxima postagem...



terça-feira, 3 de junho de 2014

A história do Jiu-Jitsu (Parte 2)


Eterno defensor das técnicas de defesa pessoal do Jiu-Jitsu, Maeda embarcou para os Estados Unidos em 1904, em companhia de outros professores da escola de Jigoro Kano. À época, graças aos laços políticos e econômicos entre Japão e EUA, as técnicas japonesas encontravam grandes e notórios admiradores em solo americano. Em 1903, por exemplo, o presidente Theodore Roosevelt tomara aulas com o japonês Yoshiaki Yamashita. Nos EUA, o ágil japonês começou a colecionar milhares de combates e adversários tombados pelo caminho, em países como a Inglaterra, Bélgica e Espanha, onde sua postura nobre fez nascer o apelido que o consagrou, Conde Koma. De volta à América, o lutador fez diversas apresentações e desafios em países como El Salvador, Costa Rica, Honduras, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Chile e Argentina. Em julho de 1914, o valente japonês de 1,64m e 68kg, segundo consta, desembarcaria no Brasil para fincar raízes e mudar a história do esporte.

Maeda colecionaria histórias saborosas em terras brasileiras. Após rodar pelo país, o faixa-preta de Jiu-Jitsu se estabeleceu em Belém do Pará. Certo dia, encarou o desafio de um capoeirista conhecido como “Pé de Bola”, de cerca de 1,90m e quase cem quilos. Maeda não se fez de rogado e ainda deixou o ousado rival portar uma faca na luta. O japonês desarmou-o, derrubou e finalizou o brasileiro. Conde Koma, como se tornou tradição entre os professores de Jiu-Jitsu, também lançava desafios para rivais famosos do boxe. Foi o que fez com o afamado boxeador americano Jack Johnson, que jamais aceitou a luta.
Foi Koma, ainda, que promoveu o primeiro campeonato de Jiu-Jitsu do país – na verdade, um festival de lutas e desafios para promover o esporte desconhecido.


Fonte: Graciemag


Continuamos a contar essa história na próxima postagem...